sexta-feira, junho 25, 2010

 

Tucunaré na minhoca em Miguelópolis

Oi colegas!
Vou relatar aqui minha última pescaria de tucunarés, em Miguelópolis, no dia 21/12/2008. Cheguei em Uberaba - MG no dia 20 e no dia 21 bem cedo, eu e meu amigo Brasil fomos para a Pousada Volta Grande, na beira do Rio Grande. Esse é meu primeiro relato no site da Caterva. Espero que gostem. Eu estava planejando fazer esse relato a muito tempo, mas só hoje consegui.


Brasil, na foto abaixo, é um grande defensor da modalidade pesque-solte e pesca apenas com iscas artificiais. De vez em quando, ele tenta pescar macacos, lançando a isca nos galhos das árvores que ficam na margem do rio.
Quando eu disse que iria pegar tucunaré na minhoca, ele não acreditou em mim. Quando tirei aquela minhoca de silicone da minha tralha, ele ficou só me zuando. Não acreditou que um tucunaré pudesse ser enganado por ela.



Eu decidi tentar na minhoca porque na penúltima vez que pescamos, não conseguimos pegar nenhum peixe. Quando chegamos na pousada, observei que outros pescadores tiveram grande sucesso pescando com lambari. Os guias disseram que os tucunarés estavam ficando mais no fundo. Não estavam atacando na superfície.
Então me perguntei: como eu poderia pescar com isca artificial, no fundo, e sem perder a isca na vegetação?

A resposta veio no encontro da caterva paulistana, em dezembro de 2008. Conversando com os colegas, descobri que a pescaria com iscas soft era uma boa opção para lugares com muito enrosco, onde não é possível lançar iscas em forma de peixe e e com garateia. O pessoal me ensinou que na pescaria de black bass eles usavam iscas soft. Eram utilizadas minhocas artificiais, que não tinham garateias e não costumavam se prender na vegetação que fica no fundo do rio.

Quando chegamos no primeiro ponto de pesca, logo logo tivemos uma surpresa. Vejam! Meu amigo não estava acreditando, mas eu tinha acabado de pegar um tucunaré amarelo com isca de minhoca artificial!



Tirei rapidamente o anzol. A isca escapou do anzol mas ainda estava presa na linha.



Após libertar o peixe do anzol, meu colega tirou uma foto minha com o lindo tucunaré amarelo.



Após esse, não consegui pegar outros na minhoca, mas também não insisti muito, pois ainda tinha muitas iscas que queria testar. Pesquei uns 3 bocudos com a isca artificial que o colega Bass me deu no encontro da caterva paulistana. Foi ele mesmo que fez e levou alguns exemplares de presente para os companheiros que compareceram. Eu achei a isca muito pesada quando eu recolhia e trabalhava com ela. Mas ela foi muito eficiente.

Como nem tudo é festa, tivemos alguns probleminhas. O Brasil quebrou o motor elétrico. Ele estava controlando o motor com o pé e perdeu o equilíbrio. Então pois muito peso em cima e o mesmo quebrou, mas sem deixar de funcionar. Felizmente ele já conseguiu consertar.
Ele perdeu algumas iscas. Arremeçou, a linha arrebentou e a isca se perdeu no meio do rio. E como não podia faltar, perdeu uma também na árvore. Eu também perdi uma isca na árvore e quando puxei para ver se a isca caia, quebrei minha vara que já tinha sido emendada uma vez. Já era hora de aposentar a guerreira.

Para finalizar com chave de ouro, desfrutamos de um delicioso jantar na pousada volta grande.

Abraços aos colegas e boas pescarias!

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